domingo, 17 de fevereiro de 2013

Ira do Cordeiro

Imagem: Abril Andrade http://www.abrilandrade.com/



Desta vez, deixo a letra de uma música que acho interessante:
"Zorn des Lammes 
I have seen the wrath of the land,
as I wandered like a wolf among the sheep.
I was a part of the wrath of the lamb,
so I am a part of the wolf.
I am the wolf,  I am the lamb,
so I am Satan and I'm God.
Call me now Judas or call me insane,
I am what I am, I'm just a man.
Call me now Judas or call me insane,
I am what I am, I'm just a man

(Nargaroth - Amarok - Zorn des Lammes Part III)

A tradução é minha, por isso, se alguém tiver uma melhor, aceito sugestões:
Ira do cordeiro 
Eu tenho visto a ira da terra,
enquanto vagava como um lobo entre as ovelhas.
Eu era uma parte da ira do cordeiro,
então eu sou uma parte do lobo.
Eu sou o lobo, eu sou o cordeiro,
Então eu sou Satã e eu sou Deus.
Me chame de Judas ou me chame de louco,
eu sou o que sou, sou apenas um homem.
Me chame de Judas ou me chame de louco,
eu sou o que sou, sou apenas um homem. 

Acho mais honesta essa visão do homem, que contém o bem e o mal, tem espaço suficiente pra abrigar luz e sombra, porque afinal, entre o azul e o amarelo, pode haver cinquenta tons de verde. Por isso, nem o primário azul e o primário amarelo, dão conta de explicar a complexidade do verde. Quem acha que é só azul ou só amarelo está se enganando. Pelo menos é isso que eu acho. Aproveito esta postagem para fazer uma verificação. Se você, caro leitor, existir, por favor deixe um comentário com a sua cor preferida. Será que alguém lê o que escrevo aqui, afinal? Desde já, agradeço!






2 comentários:

  1. Cor de burro quando foge, amarelo manga e true colors. Não é comentário de leitor, ainda. Só a blogueira, testando o serviço de comentários do seu blog. Aproveito para citar, mais uma vez, Caio Fernando Abreu: "Às vezes, nos fins de semana principalmente, tiro o fone do gancho e escuto para ver se não foi cortado. Não foi. Então me sinto protagonista de um filme chamado ‘Criaturas que o mundo esqueceu’.”

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  2. Às vezes azul contemplativo, às vezes verde, às vezes vermelho sangue quente prestes a explodir. Somos luz e escuridão, alegria e tristeza, partes de um todo, porém completos, complexos e perfeitos. Só que custamos a entender que também somos o que mais alimentamos. E, eu existo, sim! Bj. DD

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